Conspiração

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Extraterrestres

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Comportamento

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Mistérios

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Sobrevivencialismo

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Vlog

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 Se você sempre for pela cabeça dos outros, jamais será feliz na sua vida. Siga seu coração, não vá nas conversas dos outros. pois no mundo em que vivemos, ninguém quer ver o outro feliz, seja você mesmo.



Você tem o direito de querer o melhor para a sua vida, e por esse motivo precisa correr atrás do que deseja e não deve se importar com a opinião alheia. Nada substitui os seus sonhos, as tentativas valem mais que as realizações. Não deixe que as pessoas moldem os seus pensamentos.

Não permita que as pessoas influenciem negativamente a sua vida. Filtre suas amizades e não deixe que ninguém decida por você. Existe apenas uma pessoa responsável por tudo que acontece em sua história e essa pessoa deve ser sempre você. Ignore a negatividade e tenha uma vida mais leve.

A vida fica mais leve quando a gente aprende a ignorar a opinião das pessoas que não nos querem bem. É libertador quando você para de se importar com o julgamento dos outros. No fundo, você sabe o que te faz feliz. Então, deixe de lado a opinião alheia e corra atrás da sua própria felicidade. Se apegue apenas ao que te interessa.

O mundo, sem querer ou não, coloca muito peso nas costas da gente. As pessoas cobram muita coisa sem necessidade, te olham torto, te tratam mal sem motivo. Tente ser feliz sem a cobrança de terceiros. Nem sempre você vai encontrar pessoas em sua vida que torçam por você, então, não deixe que seus sonhos sejam abandonados por conta da negatividade.

Nunca siga a cabeça dos outros

 Se você sempre for pela cabeça dos outros, jamais será feliz na sua vida. Siga seu coração, não vá nas conversas dos outros. pois no mundo em que vivemos, ninguém quer ver o outro feliz, seja você mesmo.



Você tem o direito de querer o melhor para a sua vida, e por esse motivo precisa correr atrás do que deseja e não deve se importar com a opinião alheia. Nada substitui os seus sonhos, as tentativas valem mais que as realizações. Não deixe que as pessoas moldem os seus pensamentos.

Não permita que as pessoas influenciem negativamente a sua vida. Filtre suas amizades e não deixe que ninguém decida por você. Existe apenas uma pessoa responsável por tudo que acontece em sua história e essa pessoa deve ser sempre você. Ignore a negatividade e tenha uma vida mais leve.

A vida fica mais leve quando a gente aprende a ignorar a opinião das pessoas que não nos querem bem. É libertador quando você para de se importar com o julgamento dos outros. No fundo, você sabe o que te faz feliz. Então, deixe de lado a opinião alheia e corra atrás da sua própria felicidade. Se apegue apenas ao que te interessa.

O mundo, sem querer ou não, coloca muito peso nas costas da gente. As pessoas cobram muita coisa sem necessidade, te olham torto, te tratam mal sem motivo. Tente ser feliz sem a cobrança de terceiros. Nem sempre você vai encontrar pessoas em sua vida que torçam por você, então, não deixe que seus sonhos sejam abandonados por conta da negatividade.

"Estado, chamo eu, o lugar onde todos, bons ou malvados, são bebedores de veneno; Estado, o lugar onde todos, bons ou malvados, se perdem a si mesmos; Estado, o lugar onde o lento suicídio de todos chama-se – “vida”!

Olhai esses supérfluos! Roubam para si as obras dos inventores e os tesouros dos sábios; “culturas” chamam a seus furtos – e tudo se torna, neles, em doença e adversidade!

Olhai esses supérfluos! Estão sempre enfermos, vomitam fel e lhe chamam “jornal”. Devoram-se uns aos outros e não podem, sequer digerir-se.

Olhai esses supérfluos! Adquirem riquezas e, com elas, tornam-se mais pobres. Querem o poder e, para começar, a alavanca do poder, muito dinheiro – esses indigentes!

Olhai como sobem trepando, esses ágeis macacos! Sobem trepando uns por cima dos outros e atirando-se mutuamente, assim no lodo e no abismo.

Ao trono, querem todos, subir: é essa a sua loucura. Como se no trono estivesse sentada a felicidade! Muitas vezes, é o lodo que está no trono e, muitas vezes, também o trono no lodo.

Dementes, são todos eles, para mim, e macacos sobre excitados. Mau cheiro exala o seu ídolo, o monstro frio; mau cheiro exalam todos eles, esses servidores de ídolos!

Porventura, meus irmãos, quereis sufocar nas exalações de seus focinhos e de suas cobiças? Quebrai, de preferência, os vidros das janelas e pulai para o ar livre!

Fugi do mau cheiro! Fugi da idolatria dos supérfluos!

Fugi do mau cheiro! Fugi da fumaça desses sacrifícios humanos!

Também agora, ainda a terra está livre para as grandes almas. Vazios estão ainda para a solidão a um ou a dois, muitos sítios, em torno dos quais bafeja o cheiro de mares calmos.

Ainda está livre, para as grandes almas, uma vida livre. Na verdade, quem pouco possui, tanto menos pode tornar-se possuído. Louvado seja a pequena pobreza!

Onde cessa o Estado, somente ali começa o homem que não é supérfluo – ali começa o canto do necessário, essa melodia única e insubstituível.

Onde o Estado cessa – olhai para ali, meus irmãos! Não vedes o arco-íris e as pontes do super-homem?" 

No título "O novo Ídolo", em "Assim falava Zaratustra", Nietzsche.


O eterno parasita está em todo o lugar, guiado pelas revoluções e sociedades secretas com planos de ordem pelo caos e a construção de colônias que são conhecidos como países de terceiro mundo, o eterno parasita controla a tudo e a todos. 



A saída não é fácil, porque ele está em tudo consumindo tudo, como o ouroboros. Essa construção criada por tolos tem o objetivo final a ruina de todos. A própria humanidade foi enganada por sua criação.

O eterno parasita

"Estado, chamo eu, o lugar onde todos, bons ou malvados, são bebedores de veneno; Estado, o lugar onde todos, bons ou malvados, se perdem a si mesmos; Estado, o lugar onde o lento suicídio de todos chama-se – “vida”!

Olhai esses supérfluos! Roubam para si as obras dos inventores e os tesouros dos sábios; “culturas” chamam a seus furtos – e tudo se torna, neles, em doença e adversidade!

Olhai esses supérfluos! Estão sempre enfermos, vomitam fel e lhe chamam “jornal”. Devoram-se uns aos outros e não podem, sequer digerir-se.

Olhai esses supérfluos! Adquirem riquezas e, com elas, tornam-se mais pobres. Querem o poder e, para começar, a alavanca do poder, muito dinheiro – esses indigentes!

Olhai como sobem trepando, esses ágeis macacos! Sobem trepando uns por cima dos outros e atirando-se mutuamente, assim no lodo e no abismo.

Ao trono, querem todos, subir: é essa a sua loucura. Como se no trono estivesse sentada a felicidade! Muitas vezes, é o lodo que está no trono e, muitas vezes, também o trono no lodo.

Dementes, são todos eles, para mim, e macacos sobre excitados. Mau cheiro exala o seu ídolo, o monstro frio; mau cheiro exalam todos eles, esses servidores de ídolos!

Porventura, meus irmãos, quereis sufocar nas exalações de seus focinhos e de suas cobiças? Quebrai, de preferência, os vidros das janelas e pulai para o ar livre!

Fugi do mau cheiro! Fugi da idolatria dos supérfluos!

Fugi do mau cheiro! Fugi da fumaça desses sacrifícios humanos!

Também agora, ainda a terra está livre para as grandes almas. Vazios estão ainda para a solidão a um ou a dois, muitos sítios, em torno dos quais bafeja o cheiro de mares calmos.

Ainda está livre, para as grandes almas, uma vida livre. Na verdade, quem pouco possui, tanto menos pode tornar-se possuído. Louvado seja a pequena pobreza!

Onde cessa o Estado, somente ali começa o homem que não é supérfluo – ali começa o canto do necessário, essa melodia única e insubstituível.

Onde o Estado cessa – olhai para ali, meus irmãos! Não vedes o arco-íris e as pontes do super-homem?" 

No título "O novo Ídolo", em "Assim falava Zaratustra", Nietzsche.


O eterno parasita está em todo o lugar, guiado pelas revoluções e sociedades secretas com planos de ordem pelo caos e a construção de colônias que são conhecidos como países de terceiro mundo, o eterno parasita controla a tudo e a todos. 



A saída não é fácil, porque ele está em tudo consumindo tudo, como o ouroboros. Essa construção criada por tolos tem o objetivo final a ruina de todos. A própria humanidade foi enganada por sua criação.