Chemtrails - Rastros Químicos

Chemtrails - Rastros Químicos

Os chemtrails são trilhas de condensação de longa duração consistindo de agentes químicos ou biológicos deixados no céu por aeronaves voando alto, pulverizadas para fins nefastos não revelados ao público em geral. Os rastros normais se dissipam relativamente rápido, os rastros que permanecem devem conter substâncias adicionais. O propósito da liberação química pode ser o gerenciamento da radiação solar,  modificação do clima, manipulação psicológica, controle da população humana, guerra biológica ou química, ou teste de agentes biológicos ou químicos em uma população, e que as trilhas estão causando doenças respiratórias e outros problemas de saúde. 

A alegação foi rejeitada pela comunidade científica que faz parte do sistema. Por causa da persistência e questões sobre o envolvimento do governo, cientistas e agências governamentais ao redor do mundo explicaram repetidamente que os supostos chemtrails são de fato rastros normais.

O termo chemtrail combina as palavras química e trilha, assim como contrail mistura condensação e trilha .

Assunto desconhecido por grande parte da população, a discussão sobre a possível existência de “trilhas químicas” nos céus das cidades brasileiras começa já é debatida por grupos preocupados com o assunto. Nesta terça-feira (26), um avião foi flagrado no espaço aéreo de Rio Claro liberando a típica fumaça no céu da região central. Ao ver as fotos capturadas em Rio Claro, o catarinense Oberon de Mello, um dos principais estudiosos do assunto no Brasil, afirma veementemente: “Com certeza são chemtrails” (trilhas químicas, em inglês). Para Odebron, essas trilhas são, na verdade, parte de um plano secreto de governos ao redor do mundo. “Essas aeronaves pulverizariam agentes biológicos a altas atitudes, por motivos desconhecidos”, declara. A teoria mais aceita pelos envolvidos no assunto, é de uma tentativa dos governos em modificar o clima do planeta. Diferença entre trilhas químicas e trilhas de condensação Os adeptos da teoria indicam claras diferenças entre as trilhas químicas e as trilhas de condensação (essas seriam comuns e formadas pelo calor das turbinas na atmosfera gelada). 

Alguns artigos alertam que as aeronaves mais modernas já contam com sistemas em seus motores que impediriam a formação do vapor resultante da condensação. Além das trilhas, nossa equipe registrou outra aeronave, que aparentava estar próxima ao primeiro avião. Em nota, a Assessoria de Imprensa da FAB declarou: “devido à excelente visibilidade e contraste que a condição metereológica do momento proporcionou, há a impressão de proximidade em linha de visada, o que não ocorre de fato, devido à defasagem em altitude, de acordo com as regras de tráfego aéreo previstas”. A nota também diz que, assim como em uma estrada, podem ocorrer ilusões de ótica ao observar-se aerovias. Já para o estudioso catarinense, a presença de outra aeronave nas imagens não surpreende. “Eles sempre atacam em bando, pois uma trilha só, pode parecer pouco, mas muitas trilhas juntas formam nuvens artificiais que despejam os agentes tóxicos”, argumenta. 

O Engenheiro Aeronáutico Lourenço Campos, formado pela UNITAU, diz que a formação de trilhas de condensação (as que não são tóxicas) ainda existe. “Isso ainda é realidade nas aeronaves modernas, pois trata-se de um processo físico”. Entretanto, Campos não pôde garantir que a fumaça registrada nas fotos seja formada por trilhas de condensação. “Me estranha o fato de, aparentemente, a fumaça não estar saindo das turbinas”, salientou. Com toda a polêmica criada pelas teorias sobre as trilhas, até a Força Aérea Americana se posicionou. “Essa teoria é um embuste que tem sido investigado e refutado por muitas universidades credenciadas, organizações científicas e publicações de mídia”, declarou o órgão do governo americano. Já para o catarinense Oberon, esse seria só o início de uma série de eventos de ordem global. “Estudo a geoengenharia desde 2011, quando começaram os ataques no Brasil, e posso afirmar que existe muita coisa por detrás disso. É só a ponta do iceberg”.

Patentes aerossóis:

  • 01. Patente USRE29142E: Composição de combustível para a geração de aerossóis, modificação da nuvem, controle climático e processos de dispersão de aerossóis.
  • 02. Patente US3630950A: Composição de combustível para a geração de aerossóis, modificação da nuvem, controle climático e processos de dispersão de aerossóis.
  • 03. Patente US3659785A: Modificação climática utilizando materiais microencapsulados.
  • 04. Patente US3769107A: Composição para modificação artificial do clima.
  • 05. Patente US4096005A: Sementeira de nuvem para modificação meteorológica.
  • 06. Patente US3677840A: Composição para modificação climática.
  • 07. Patente US4347284A: Sistema para a criação de uma cobertura branca na atmosfera superior.
  • 08. Patente US3813875A: Sistema químico para libertar átomos de bário gratuito (Ba) e iões de bário (BA) para criar nuvens de iões na atmosfera superior.

Patentes do Método:

  • 01. Patente US6315213B1: Evitar a chuva dispersando aerossóis sobre nuvens.
  • 02. Patente de Welsbach US5003186: Modificação meteorológica por aeronaves.
  • 03. Patente ES8204279A1: Modificação artificial da precipitação.
  • 04. Patente ES196299U: Sistema de atomização de aerossóis na atmosfera.
  • 05. Estudo da Sementeira oceânica: Métodos de manipulação climática por Salter et al. 2008.0136.
  • 06. Patente US20020008155A1 : Sistema de Controle de Furacões.
  • 07. Patente US20030085296A1: Formação e direção de tornados e furacões com frequências.
  • 08. Patente US20090008468A1: Furacões mansos e tufões com tecnologia.


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