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Conspirações comprovadas

 Existem muitas conspirações que se mostraram reais, vejam quais foram:


  • Os Protocolos dos Sábios de Sião é um documento controverso que evidencia o plano de dominação mundial pelos judeus sionistas. Publicado pela primeira vez em 1903, é uma transcrição das atas das reuniões em que estes sábios detalham os seus planos entre os quais estariam o controle da maçonaria e dos movimentos comunistas, espalhados por todas as nações da Terra. O documento apareceu na Rússia, onde é dito ter chegado pela França e foi publicado por Sergei Nilus no início do século XX, desde então já foi traduzido para muitos outros idiomas e é amplamente lido pelo mundo. Na Biblioteca do Museu Britânico são preservadas 43 edições diferentes. O exemplar russo de 1905 é de número 3296 d. 17, e tem o carimbo de entrada "Museu Britânico, 10 de agosto de 1906". O documento foi rotulado de secreto desde o Primeiro Congresso Sionista, realizado em Basiléia na Suíça, em agosto de 1897.
  • O assassinato de Leon Trotski no México por Ramón Mercader, um agente espanhol da NKVD soviética.
  • ODESSA: (Organisation der ehemaligen SS-Angehörigen - "Organização de antigos membros da SS") foi uma suposta rede de colaboração secreta desenvolvida por grupos nazistas para ajudar os membros da SS a escapar da Alemanha para outros países onde eles estavam seguros, particularmente para a América Latina. A organização foi usada pelo romancista Frederick Forsyth em seu trabalho de 1972, The Odessa File, baseado em eventos reais, que lhe deram um grande impacto na mídia. Por outro lado, o maior investigador, perseguidor e responsável por informar sobre a existência e missão dessa organização foi Simon Wiesenthal, um judeu austríaco sobrevivente do Holocausto, que se dedicou a localizar ex-nazistas para levá-los a julgamento. A historiadora Gitta Sereny escreveu em seu livro Into That Darkness (1974), baseado em entrevistas com o ex-comandante do campo de extermínio de Treblinka, Franz Stangl, que a ODESSA nunca existiu. Ela escreveu: “Promotores da Autoridade Central de Ludwigsburg para a investigação de crimes nazistas, que sabiam exatamente como as vidas de certos indivíduos atualmente na América do Sul foram financiados no período do pós-guerra, procuraram milhares de documentos do começo ao fim, mas eles afirmam que são totalmente incapazes de autenticar a existência de 'Odessa'. Não é que isso importe: certamente havia vários tipos de organizações apoiando os nazistas depois da guerra - teria sido surpreendente se não houvesse ocorrido.
  • Projeto MKULTRA - às vezes também conhecido como programa de controle mental da CIA - foi o codinome dado a um programa secreto e ilegal projetado e executado pela Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) para experiêcias em seres humanos. Esses ensaios em humanos tinham a intenção de identificar e desenvolver novas substâncias e procedimentos para uso em interrogatórios e tortura, a fim de enfraquecer o indivíduo e forçá-lo a confessar a partir de técnicas de controle mental. Foi organizado pela Divisão de Inteligência Científica da CIA em coordenação com o Corpo Químico da Diretoria de Operações Especiais do Exército dos Estados Unidos.
  • A CIA esteve envolvida em várias operações de tráfico de drogas. Alguns desses relatórios afirmam que as evidências do Congresso indicam que a CIA trabalhou com grupos que eram conhecidos por estarem envolvidos no tráfico de drogas, de modo que esses grupos receberam informações de apoio úteis e materiais, em troca de permissão para suas atividades criminosas continuarem, e de dificultar ou impedir prisões, acusações e aprisionamentos por parte das agências policiais dos EUA.
  • Na década de 1980, o governo dos EUA estava envolvido em uma conspiração para derrubar o governo legitimamente constituído da Nicarágua, através do financiamento, através da venda de armas para o Irã e drogas nas ruas dos Estados Unidos, de uma guerrilha contrarrevolucionária. Esses fatos, conhecidos como "caso Irã-Contras" ou "Irangate", "envolveu vários membros do governo Ronald Reagan, incluindo o próprio presidente, e foram até mesmo levados a julgamento, comprovando sua veracidade.
  • A rede ECHELON.
  • O Experimento de Tuskegee: Entre 1932 e 1972 cerca de 400 trabalhadores rurais do estado americano do Alabama foram selecionados para um estudo chamado Tuskegee Syphilis Experiment. O Serviço de Saúde Pública dos EUA tinha estabelecido critérios bastante práticos para a seleção: todos tinham que ser negros, pobres e ter sífilis. O tratamento seria gratuito – seria tudo uma grande boa ação. Mas aí alguns problemas começaram a surgir. Nenhum dos 400 homens foi avisado que tinha sífilis. Os médicos diziam que o tratamento era para combater “sangue ruim”, expressão local para designar diversos problemas, como anemia, fadiga e também sífilis. E o tratamento também era controverso - isso porque ele não existia. Os pacientes recebiam um comprimido de aspirina e voltavam pra casa. A ideia era justamente observar como a doença avançava no corpo do homem negro. Depois de anos negando a existência do experimento, o governo americano se viu obrigado a assumir: o próprio presidente Bill Clinton fez um pedido de desculpas formal, classificando o episódio de “vergonhoso”.
  • A Operação Northwoods: “O resultado esperado da execução desse plano seria o de colocar os Estados Unidos na aparente posição de estar sofrendo ataques do irresponsável governo cubano e de desenvolver a imagem internacional de uma ameaça cubana à paz no Ocidente”.  Essa é uma das passagens mais contundentes do documento que propunha a execução da chamada Operação Northwoods. Como já deu pra ter uma noção só com essa frase, a ideia era chamar a opinião pública mundial para apoiar os EUA em uma futura invasão à Cuba. Eles precisavam de motivos pra isso e estavam dispostos a fabricarem esses motivos. Várias cidades da Florida (incluindo Miami) e até a capital Washington seriam bombardeadas, pessoas seriam sequestradas, bases militares seriam explodidas. A rigor, Cuba teria começado a guerra e os EUA iriam apenas se defender – um tipo de raciocínio que, há quem sustente, está por trás do 11 de setembro. O presidente John F. Kennedy acabou descartando o plano, mas só de haver um documento oficial da CIA - revelado em 1997 – propondo uma coisa desse tipo, já é mais que suficiente para entrar nessa lista. Clique aqui para ver o documento na íntegra
  • O testemunho de  Nayirah: Em 1990, Iraque e Kuwait estavam em guerra. Os EUA apenas assistia os conflitos, sem intervir – não havia uma justificativa para isso até o momento. Mas uma menina de 15 anos mudou o rumo do conflito. Identificada apenas como Nayirah, ela deu um depoimento em um congresso sobre direitos humanos no ápice da guerra. Aos prantos, ela relatou coisas tão terríveis como soldados iraquianos invadindo hospitais no Kuwait e arrancando bebês pra fora das incubadoras só para assistir eles morrendo. O tipo de coisa que te deixa com vontade de entrar em uma guerra. Mas a tal da Nayirah não era uma adolescente traumatizada. Ela era filha do embaixador kuwaitiano dos EUA e fazia parte da família real do país. Ela passou por um curso intensivo de atuação, de modo a comover a mídia internacional. Na época, a imprensa não tinha acesso ao Kuwait e aquele depoimento meio que ficou como a versão oficial dos fatos. Saldo final: os EUA entraram na guerra.
  • A Operação Paperclip: Com o final da Segunda Guerra, muito nazista estava desempregado. Entre eles, muito cientista, (desses que inventavam mísseis e faziam coisas que deixavam o Tuskegee Syphilis Experiment parecendo brincadeira de criança). Então os EUA resolveram importar esses profissionais talentosos e trouxeram cerca de 700 deles para trabalharem em terras americanas. Batizado de Operation Paperclip, a princípio o programa vetava a participação de pessoas que tivessem ligações com o Partido Nazista. Mas a ordem imposta pelo presidente Truman não durou muito: boa parte dos cientistas estavam classificados como “uma ameaça à segurança das Forças Aliadas” pelo governo americano poucos meses antes.

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