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Personas – Como é criada a idolatria

 A idolatria é condenada no primeiro mandamento da bíblia cristã: “Não amarás outro Deus além de mim”. Então, somente Deus deve ser considerado digno de nossa adoração. Mas porque precisamos de ídolos?

A razão dessa necessidade é que nossa sociedade perdeu os valores verdadeiros. Nossa sociedade fabrica falsos ídolos que nos deixam carentes e frustrados o tempo todo. Nossos ídolos são os acessórios e roupas de grife, os carros importados, as jóias caras, o dinheiro e o poder! Mas onde estão os valores como a honestidade, a perseverança, a bondade, a tolerância, a caridade, e ainda mais, onde estão aquelas virtudes que norteavam as vidas de nossos pais e avós?



É porque essas pessoas de bem não ‘vendem’ marcas famosas e não podem se tornar ídolos nem com o melhor marketing! Essas pessoas de bem, são pessoas comuns, como eu e você, que não poderiam servir de exemplo para ninguém (segundo essa ótica destorcida deles!) e que não podem ser personagens de novelas.

No entanto, todos nós – que temos um mínimo de discernimento – sabemos que se fabricam ‘personas paz e amor!’ com uma simples (e cara) campanha de marketing. O povo é facilmente manipulável porque está carente de exemplos melhores. Carente mesmo dentro de casa, onde os pais pobres não conseguem vencer o apelo das TVs que estimulam o consumo desenfreado de seus filhos e que gera mais e mais frustração e raiva! Que deságua em violência e revolta.

A vida está cheia de bons exemplos, basta procurá-los. Não são muitos, mas eles existem, perto de nós e longe de nós. Na vida privada, no nosso círculo de amigos, entre nossos familiares, basta procurar. Na vida pública são poucos, é verdade, mas alguns existem, no Brasil e lá fora.

O “belo em si” é tão-somente uma palavra, nunca um conceito. No belo, o homem se coloca enquanto medida da perfeição; em casos selecionados, ele louva a si mesmo. Um gênero não pode senão afirmar apenas a si mesmo desta forma. Seus instintos mais inferiores, o instinto de auto-conservação e de auto-expansão, brilham ainda em tais sublimidades.

O que as “escolas superiores” conseguem de fato alcançar é um adestramento brutal para, com o dispêndio de tempo mais restrito possível, tornar um sem número de homens jovens utilizáveis para o serviço público; o que significa dizer, passíveis de serem explorados por ele. Toda e qualquer educação superior pertence apenas à exceção: é preciso que se seja privilegiado, para se ter o direito a um tão elevado privilégio. Todas as coisas boas, assim como todas as belas nunca podem ser um bem comum.

O fato da “educação superior” não ser mais nenhuma prerrogativa: o democratismo da “formação universal”, da “formação” que se tornou comum… Não esquecer que os privilégios militares impõem formalmente a freqüência demasiado intensa das escolas superiores, isto é, seu declínio. – Ninguém mais se encontra livre para dar, na situação atual, uma educação nobre para suas crianças: nossas escolas “superiores” estão todas elas direcionadas pela mediocridade mais ambígua, com professores, com planos de aula, com objetivos pedagógicos.

E por toda parte reina uma pressa indecente, como se fosse uma falta grave para o homem jovem ainda não estar “pronto” aos 23 anos, ainda não saber responder à “pergunta principal”: que profissão escolher? Ele tem tempo, ele toma o tempo para si, – ele não pensa de modo algum em ficar “pronto”. Com trinta anos se é, no sentido da cultura superior, um principiante, uma criança.

As pessoas precisam aprender a pensar: não se tem mais em nossas escolas nenhuma noção do que isso significa. Mesmo nas universidades, até mesmo entre os eruditos da filosofia começa a extinguir-se a lógica enquanto teoria, enquanto prática e enquanto ofício. Basta ler os livros: não há agora a mais remota lembrança de que é necessário ao pensamento uma técnica, um plano de estudo, uma vontade de domínio – de que o pensar deve ser aprendido, como o dançar é aprendido, como um tipo de dança.

Nada me parece hoje mais raro do que a genuína dissimulação. Eu tenho uma grande suspeita quanto ao fato de o ar brando de nossa cultura não ser propício para esta planta. A dissimulação pertence à era das fortes crenças: à era em que os homens, mesmo coagidos a ostentar uma outra crença, não se apartavam da crença que tinham. Hoje, eles a deixam de lado; ou, o que é ainda mais comum, eles adquirem uma segunda crença – em todo caso, eles permanecem sinceros.

Não há a menor dúvida de que hoje existe um número muito maior de possíveis convicções do que outrora: possíveis, isto é, permitidas, isto é, inofensivas. Daí emerge a tolerância para consigo mesmo. A  tolerância para consigo mesmo abre espaço para o surgimento de muitas convicções: estas mesmas convicções convivem tranqüilamente umas ao lado das outras – elas se protegem, como todo mundo hoje, da eventualidade de se comprometer.

Os principais tipos de personas

O sistema cria personas como ídolos para as pessoas comuns acharem que devem seguir esses lideres e assim criar um controle mental sobre essa massa de seguidores afim de nunca se revoltarem contra o sistema.

  1. Extrovertido: Esse tipo de pessoa é definida pela necessidade constante de buscar fontes de ativação através da interação com o ambiente. Na prática, isso significa que as pessoas extravertidas gozam da companhia dos outros, pois o diálogo (verbal ou não verbal) é fonte de estímulos constantes. Da mesma forma, eles tendem a preferir se mover do que ficar em um lugar.
  2. Introvertido: Embora muitas vezes confusos, os introvertidos não são tecnicamente tímidos, embora sejam muitas vezes ambos. O que define os introvertidos é que eles não precisam ser expostos a estímulos externos constantemente, e que se eles são muito intensos ou prolongam ao longo do tempo, eles tendem a causar-lhes desconforto antes de outras pessoas. Os introvertidos vivem voltados para sua vida mental, imaginação e memórias, ou seja, ações que só podem ser realizadas através de processos mentais que não produzem movimentos musculares.
  3. Emocionalmente estável: Este é um dos tipos de pessoas com maior capacidade de gerenciar momentos difíceis ou estressantes, já que esses tipos de experiências não têm um impacto tão perceptível na maneira como você pensa, sente e age. No entanto, isso não significa que eles devem necessariamente ser alegres. Na verdade, em alguns casos eles podem parecer exatamente o oposto e ter achatamento emocional.
  4. Rebeldes: Embora hoje em dia pareça que a palavra “rebelde” é usada apenas em campanhas publicitárias e estratégias de marketing, também faz parte de um dos instrumentos de medição de personalidade mais utilizados: o 16PF da Cattell. Esse tipo de pessoa tende a ser mais receptiva a formas de pensar e torná-las chocantes e inovadoras,e mostra muito menos respeito pela autoridade do que as demais.
  5. Conservadores: Os conservadores também fazem uma aparição no 16PF, e eles são a antítese dos rebeldes. Eles tendem a dar bons costumes e formas de fazer isso têm sido praticados por um longo tempo e desconfiar das novidades.
  6. Ciclotmica: Cyclothymia é um conceito usado para se referir à alta conectividade e alta sensibilidade em geral. Esses tipos de pessoas são capazes de experimentar as emoções mais intensas das experiências mais cotidianas e insignificantes. Por exemplo, eles podem começar a chorar com alguma facilidade ao lembrar de um filme.
  7. Esquizofrênica: Esses tipos de pessoas são o lado oposto da cicloimia, e experimentam emoções de uma forma muito fraca. Além disso, eles mostram uma tendência ao isolamento, entre outras coisas, porque a interação informal com os outros não lhes dá tanta sensação de bem-estar. Essa é uma característica que, quando muito extrema, está ligada à esquizofrenia, embora não em todos os casos tenha que causar a passagem para esta doença.
  8. Astúcia: Pessoas astutas são caracterizadas por ter a capacidade de ver as coisas com um esttachment que lhes permite descobrir explicações alternativas sobre o que está acontecendo e o que pode acontecer. Dessa forma, eles não pensarão a partir de uma estrutura mental que vem a eles de outras pessoas, mas construir a sua própria.
  9. Ingênuo: Pessoas ingênuas são o oposto de pessoas astutas. Eles são muito mais confiantes e dão boas ideias e propostas dos outros, pensando a partir desse tipo de discursos impostos de fora. Isso significa que eles podem ser manipulados com relativa facilidade, ou até mesmo pedir desculpas pelo que não é culpa deles. Eles também são sensíveis a um tipo de engano chamado gaslighting.
  10. Obsessivo: Pessoas obsessivas tendem a ficar presas em loops de pensamento que acham difícil de sair, um fenômeno conhecido como ruminação. Por essa razão, eles têm mais dificuldade em tomar decisões e implementar suas propostas,ou estão parados por causa da paralisia da análise.
  11. Hostil: Pessoas hostis experimentam raiva mais facilmente do que as outras, e seu limiar de tolerância à frustração tende a ser baixo. Por isso, estão especialmente inclinados a criar situações conflitantes e a discordar das opiniões, intenções ou atitudes dos outros. Esta é uma característica de personalidade que geralmente é alta em pessoas com transtornos como transtorno explosivo intermitente, embora esta seja uma categoria claramente patológica.
  12. Cínicos: Este é um dos tipos de pessoas que podem estar relacionadas ao pessimismo, embora não sejam exatamente iguais. Pessoas cínicas tendem a pensar que outros têm motivações nobres que querem esconder, embora sem cair no extremo da mania persecutória, pois não são colocados no centro de uma narrativa específica sobre o que está acontecendo ao seu redor.
  13. Neuróticos: O neuroticismo é um conceito amplo que reúne diversas características psicológicas relacionadas às emoções e como o estresse é vivenciado, alguns dos quais já estão representados nas outras dimensões da personalidade. Especificamente, as pessoas neuróticas são aquelas que têm baixa tolerância à frustração, experimentam raiva facilmente, são propensas a estados depressivos e ansiedade, mudam o humor facilmente e muitas vezes sentem emoções desagradáveis, como o medo.

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