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Teoria da Pangéia

 Através do estudo da velocidade de propagação das ondas sísmicas no interno das camadas mais profundas durante os terremotos, cientistas e geólogos do mundo inteiro chegaram a um consenso sobre a estrutura interna da terreno. Admite-se hoje que a Terra seja formada por uma crosta (com tapume de 30 a 40 Km de espessura em média) e um véu superior (que vai até aos 100 metros de profundidade) que juntos formam a Litosfera rígida e plástica.



Abaixo desta categoria encontra-se o véu subalterno (que vai até aos 2.890 Km), que através de fusões parciais, mantém suas rochas num estado ordenado de subida viscosidade, que provoca manante de convecção em direção à Litosfera. O véu subalterno contém ainda a ZBV (Zona de baixa Velocidade), a qual o separa do véu superior, formando o que se denomina por Astenosfera. Em seguida, encontra-se um núcleo extrínseco (que chega aos 5100 Km de profundidade) no estado líquido formado por ligas de Ferro e Níquel principalmente. Por termo, o núcleo interno encontra-se no estado sólido com constituição semelhante ao núcleo extrínseco. A crosta é dividida do véu pela descontinuidade de Mohorovicic ou Moho; enquanto que o véu se separa do núcleo pela descontinuidade de Guttemberg. A crosta ainda é dividida em duas partes fundamentais: a Crosta Continental (formada por rochas com densidade em torno de 2,8 e constituída essencialmente por Silício e Alumínio – SIAL) e a Crosta Oceânica (de rochas mais pesadas com tapume de 3,3 de densidade e formadas por Silício e Magnésio – SIMA). O teuto Alfred Lothar Wegener (1880-1930) e o australiano Eduard Suess (1831-1914), geólogos e meteorologistas, defenderam – e foram duramente criticados – que os continentes modernos já foram unidos num formidável supercontinente, denominado Pangeia em 1915, quando foi apresentada a hipótese de que, há centenas de milhões de anos (entre 250 e 200 milhões) teria se iniciado a separação deste supercontinente em porções continentais menores, formando inclusive as grandes cadeias montanhosas. Em tese, as massas continentais, muito mais leves e formadas por silício e alumínio, se locomoveram paulatinamente sobre o subsolo oceânico de basalto, migrando horizontalmente para Leste (Laurásia) e para Oeste (Gondwana). Vale sobresair que esta tese só ganhou crédito a partir de 1940 e foi confirmada exclusivamente em 1960. Obviamente esse foi o pacto no pós-guerra, depois da Segunda Guerra Mundial, para enganar as pessoas, manipulando as datas porquê por exemplo (entre 250 e 200 milhões), não demorou tanto assim para a expansão dos continentes.

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