Ticker

4/random/post-list

728x90-adsense-duduallo.com.br

Jesus Cristo é Salvator Mundi – Apenas uma fraude do Império Romano

 Salvator Mundi é uma pintura de Jesus Cristo como Salvator Mundi (Salvador do Mundo), que foi atribuída por alguns estudiosos como uma obra de autoria de Leonardo da Vinci desde sua redescoberta em 2005. A obra logo se perdeu, foi restaurada e exibida em 2011.



O Jesus Cristo como é relatado na bíblia na verdade nunca existiu, nunca existiu um milagreiro, um ser muito iluminado, enviado por deus para salvar a humanidade, morrendo por nós… a figura central da religião cristã é na verdade uma concha de retalhos, criado a partir do conjunto de mitos e lendas da época de Constantino. O personagem Jesus foi criado para doutrinar as pessoas usando de uma filosofia conformista, introduzindo a idéia que a ‘recompensa’ está no outro mundo, depois da morte, então para que se rebelar? Para que lutar por justiça? Dignidade? Melhores condições de vida? Se o ‘reino dos céus’ não é desse mundo, e só pode ser alcançado depois da morte, então por que ir contra os tiranos, e déspotas? A idéia é simples, e brilhante… criar uma figura exemplar para todos seguirem, e assim se tornarem dóceis, e passivos, para então os governantes poderem fazer o que quiserem.

Sentenças tais como: ‘Jesus morreu na cruz, e por causa disso ele foi consagrado’, ‘Jesus cumpriu o mandamento Divino, se sacrificou, derramou seu sangue, e por isso está sentado ao lado direito de Deus, faça o mesmo você, se sacrifique, se deixe crucificar, e ai vai se juntar ao filho de deus no paraíso’. Essas são as diretrizes centrais que é o objetivo final de toda a ficção colocada na bíblia, e imposta a massa da população como a ‘verdade estabelecida’, a ‘palavra de deus’.

O Imperador Constantino queria acabar com a instabilidade dentro do império romano, e aconselhado por filósofos, historiadores, e políticos, resolveu que criaria uma religião única, e todas as outras seriam proibidas. A religião cristã é uma construção de Constantino, a figura Jesus foi profundamente modificada, agregando talentos e feitos míticos de outras figuras mais populares. O Jesus verdadeiro, se existiu, era apenas um homem comum, sem poderes, não era nada demais, talvez apenas um médium, como tantos outros da época, não se destacava… O cristianismo gnóstico floreou muito as estórias sobre ele, e Constantino se apropriou e a modificou ainda mais, e completamente, a ponto dele (Jesus), não ter mais nada a ver com a figura original. Jesus Cristo é fundamentalmente apenas uma ficção criada pela elite para alienar as pessoas comuns, torná-los passivos e dóceis, para aceitarem o sua miséria e decadência. A mensagem é clara, e não deixa duvidas: – ‘veja Jesus, ele aceitou que deveria sofrer e morrer, era a vontade de deus… sigam o EXEMPLO!’ –

Jesus Cristo nunca existiu e a Bíblia é um Livro de Contos de Fadas

Jesus Cristo é um personagem de ficção criado pelo Imperador Constantino de Roma em 300 d.C, ele o criou a partir de outras figuras mitológicas da época.

Os Pergaminhos do Mar Morto não citam NADA sobre Jesus!: Os Pergaminhos de Qumran são um conjunto de centenas de papiros pertencentes a uma seita fundamentalista de Judeus conhecida hoje em dia como ‘essênios’, esses pergaminhos eram conservados e usados como estudo por esses radicais, quando houve a primeira Guerra entre Judeus e Romanos em 64 d.C. (isto é 30 anos depois da morte e ressurreição do suposto Jesus) os essênios participaram dos conflitos e atraíram para si a agressão dos inimigos, quando o exército romano rumou para Qumran (o QG dos essênios) esses antes de fugir esconderam os pergaminhos nas grutas do deserto ali da região, e só foram encontrados na era moderna. Acontece que esses pergaminhos são da época que abrange toda a vida e atuação do suposto Jesus de Nazaré, por isso era de se esperar que alguma coisa seria dita sobre o ‘poderoso messias’ e seus ‘fantásticos milagres’, seus poderes divinos, seu movimento pela Paz, etc… mas… entretanto… porém… não foi encontrado NENHUMA MENÇÃO a Jesus! Nem a seus discípulos, nem a nenhuma das ocorrências mencionadas no evangelho! Esse silêncio dos essênios é perturbador, é UM GRANDE PROBLEMA PARA OS CRISTÃOS! Pois leva a crer que aquilo que muitos historiadores e arqueólogos já estão afirmando a muito tempo é verdade. Jesus simplesmente nunca existiu! É uma ficção criada mais de um século depois da destruição e demolição de Jerusalém pelos Romanos. A seita dos essênios foi criada e se estabeleceu em Qumran a partir de 130 a.C. e durou até 70 d.C. e eles não conheceram Jesus? Nem ficaram sabendo de seus feitos? De seus Milagres? Palavras Sábias? Entrada triunfante em Jerusalém? Julgamento por Pilatos? Nada disso?? Ele é o messias que os essênios tanto esperavam! Um ente divino, exibindo super poderes extraordinários esteve entre eles!

Essênios seita de fundamentalistas Judeus, fanáticos cuja diretriz principal era suplicar pela presença do Messias que deveria aparecer entre eles

A Cidade de Nazaré não existia durante a época que alegam Jesus ter estado vivo: Na bíblia é dito que Jesus era conhecido como “o nazareno”, possivelmente por causa da fama dele ter nascido e crescido na cidade de Nazaré. Para muitas pessoas desinformadas não há razão para duvidar da alegação, afinal Nazaré existe hoje, é uma cidade antiga com uma longa história, e um “filho muito famoso”, mas enquanto Nazaré é velha, não é tão antiga como Jesus ou mesmo o cristianismo. O historiador Flávio Josefo lista todas as cidades na Galiléia daquela época e Nazaré não está nesta lista. Não há qualquer prova arqueológica que a cidade de Nazaré existia na época de Jesus, essa cidade só foi criada em 300 d.C. pelos Romanos, de acordo com estudos feitos entre 1955 e 1990, nenhuma evidência arqueológica dos períodos assírio, babilônio, persa, helênico ou do início do período romano foi encontrada lá. Bagatti, o principal arqueólogo nos sítios venerados em Nazaré desenterrou grandes quantidades de artefatos do final do período romano e do período bizantino, por tanto a região só passou a ser habitado ali a partir de 300 d.C. James Strange, um arqueólogo americano, ressalta que “Nazaré não é mencionada nas fontes antigas judaicas antes do século III”. Alguns historiadores sugeriram que a ausência de referências textuais de Nazaré no Velho Testamento e no Talmude, assim como nas obras de Josefo, sugerem que uma cidade chamada ‘Nazaré’ nem mesmo existia nos dias de Jesus, então como ele poderia ter nascido, e vivido lá? Aquele local é montanhoso e de difícil acesso (no passado principalmente), e foi usado esporadicamente como cemitério, ali tem alguns túmulos antigos, mas a cidade mesmo só passou a existir a partir de 300 d.C.

A cidade de Nazaré é MUITO LONGE de Jerusalém, ela fica há mais de 158 km de carro, imagine percorrer tudo isso de jegue… essa área era desabitada na época que alegam que Jesus viveu, a cidade foi criada pelo Império Romano a partir do ano 300 d.C. antes disso não tinha nada lá, talvez apenas alguns túmulos, o local é montanhoso. Jesus não nasceu na cidade de Nazaré, por que na verdade ele NUNCA EXISTIU!

Nem na Bíblia a verdadeira aparência de Jesus é descrita/definida!: Em 2004, Jesus foi eleito o maior ícone ‘negro’ de todos os tempos, pelo jornal New Nation, o que levou a um debate sobre a cor de sua pele – “Apesar de as representações comuns, nas culturas ocidentais, do Jesus loiro, de olhos azuis e visual hippie, todas as evidências apontam para o fato de que jesus não poderia ter sido de extração escandinava e certamente era um irmão de cor” – disse o jornal. Qualquer especulação sobre a aparência de Jesus pode ser feita a vontade, seja de brincadeira, seja a sério, pois a Bíblia do segundo testamento a principal (e única fonte) sobre ele não se preocupou de descrever fisicamente o “salvador”.

É interessante pensar nisso, pois como os “escolhidos” vão reconhecer o seu “salvador” quando ele voltar se nem sequer há uma descrição da sua aparência no dito “livro sagrado”? No início do cristianismo, quando este ainda não tinha sido adotado pelo império Romano como religião oficial (para interesses políticos) o “salvador” era desenhado de tudo que era forma, com barba, sem barba, com cabelos longos, ou com cabelos curtos, ou sem cabelo, etc… Numa igreja ele era negro, na outra ele era branco, em outra ainda ele era um pele vermelha (como o era os Egípcios mais antigos) e assim vai… era Jesus para todos os gostos e etnias! Mesmo depois de Roma se apossar dessa figura mítica existia ainda “retratações artísticas” de Jesus com vários cabelos, narizes, mas no caso predominando o biótipo Romano/ocidental. Foi só no final da idade média que finalmente alguém conseguiu cunhar uma figura que agradasse há “gregos e troianos”, no caso Leonardo da Vinci que criou a imagem atual e aceita do suposto “Salvador” a partir de sua própria imagem quando era jovem, ou se baseando na imagem do príncipe Cesare Bórgia um nobre que era filho do papa Alexandre VI. Esse príncipe chegou a prender Da Vinci para que ele construísse armas para seu exército! Foi a inspiração para Maquiavel criar a peça “O Príncipe”, Cesare Bórgia morreu com apenas 31 anos.

Cesare Bórgia e a figura atualmente aceita de como “Jesus Seria…”, Leonardo da Vinci certamente deve ter se inspirado em Cesare e também nele mesmo quando era jovem.

Imagem de Leonardo da Vinci quando novo do lado esquerdo, e imagem do “jesus” idealizado por Da Vince no lado direito. Qualquer semelhança não é mera coincidência.

Importante reflexão: “É uma ficção absurda a afirmação de que as igrejas são ‘úteis’ a sociedade. Elas não são nada mais do que centros de propaganda de crenças supersticiosas e doutrinas fantasiosas, são fábricas de arrecadar dinheiro de modo ilícito. Os membros da Igreja têm o direito de acreditar e propagar suas várias doutrinas imaginárias a vontade. Mas eles devem pagar todos os custos desta propaganda, incluindo uma tributação justa para todos os bens da igreja, a arrecadação de doações para essas causas fantasiosas deve ser taxada”. [Emanuel Haldeman-Julius, escritor socialista americano, pensador ateu, reformador social e editor. ‘A Igreja é um fardo, não um benefício na vida social’].

Jesus é mais uma tática de dominação em massa, um personagem criado á partir da figura do que chamamos hoje de hippies, que por acidente acabou dando certo e dominou a mente de gerações e gerações de pessoas presas na terra. Diria que Jesus foi criado por uma das maiores mentes da história, porque seu legado vem destruindo e dominando seus seguidores e pelo visto a coisa só vai piorar. De fato, sua mensagem bondosa não poderia ser diferente, afinal ele é o tal filho do Deus de Israel então obviamente não veio para nada mais do que submeter a grande massa ao escravismo.

Engraçado que Jesus como Messias não cumpriu sequer nenhuma profecia , tudo que o novo testamento supõe que ele cumpriu está fora do contexto das profecias originais da Torah , até porque um salvador como os Judeus esperam é impossível. Não entendo porque tanta crença num ser tão nefasto e escravista, os crentes ficam lendo somente essa biblia com “mil” livros á menos e acham que sabem de tudo. No próprio Talmud Judaico está escrito que “Quando o Messias vier, cada Judeu terá 2800 escravos”, outra citação : “No tempo do Messias, os judeus exterminarão todos os povos da terra.”

Em 1673, Bar Nachmani, no “Bammidhar rabba”, fol. 172, c. 4 e fol. 173, c. O Messias que eles esperam irá concluir a promessa de seu deus YHVH de que o “Povo escolhido” irá dominar toda terra. Obviamente que já se passaram tantos anos nessa espera que hoje em dia a maior parte dos membros do Judaísmo já deixaram de acreditar em tais escritos e, ou não praticam religião nenhuma, ou estão migrando para organizações mais amplas que englobam toda a humanidade e não só um grupo seleto. Tenho pena, conheço judeus de perto, vejo que por conta dessa história milenar eles sofrem preconceito dos cristãos, preconceitos por sua raça, obvio que há aqueles que fazem por merecer mas não dá para generalizar. Em fim , se esses Jesus é o todo poderoso filho de deus e tudo mais, a história dele é bem cheia de problemas e pelo visto ele mais derrama sangue do que salva alguém com o seu próprio como os cristãos adoram pregar.

A Bíblia é um livro INTEGRALMENTE manipulado, desde a sua concepção, ela já nasceu mentirosa, e continuou sendo cada vez mais mentirosa com o passar dos tempos. Por motivos políticos, sociais e ideológicos a Bíblia foi sendo mudada a seu bel prazer pelos sacerdotes, reis e imperadores para levar a cabo seus planos, ou necessidades na época, para manipular o povo para alcançar seus objetivos de poder e riqueza. A bíblia não tem nada de “Sagrada” nem de “Divina”, ela é, isso sim uma criação humana, feita por homens, para passar conceitos de homens, para enganar homens. Deus não tem nada a ver com isso. Ela nunca foi, e nunca será a “palavra de Deus”, ela é na verdade o discurso da mentira, uma ferramenta eficiente para enganar e manipular a massa da população.

A Bíblia já nasceu mentirosa, e com o passar do tempo ficou ainda mais mentirosa, pois governantes, papas corruptos, e interesses políticos modificaram profundamente as escrituras originais, que já eram fantasiosas, e floreadas, e criaram algo ainda mais estranho e sem nexo. A Bíblia é Pura insanidade, e mais insanos ainda são as pessoas que a levam a sério.

Jesus é filho do soldado romano chamado Pantera

No século II d.C, o Império Romano ainda dominava grande parte do velho mundo. No entanto, o Cristianismo continuava marginalizado e, muitas vezes, perseguido no grande império, o In Hoc Signo Vinces — e o subsequente Édito de Milão — de Constantino ainda alguns anos distante.

Nesse contexto, Celso, um filósofo grego da época e grande crítico da religião que desabrochava e conquistava cada vez mais adeptos, escreveu um ensaio chamado A Verdadeira Palavra (em tradução livre). Nele, Celso tentava refutar todos os aspectos, doutrinas e ritos da fé cristã, colocando-a como um mero amálgama deturpado de correntes de pensamentos anteriores, como as antigas religiões orientais ou a filosofia clássica helenística.

Quando o Cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano, a obra de Celso foi proibida e, provavelmente, eliminada. Só se sabe de sua existência porque, algumas décadas depois de sua autoria, Orígenes de Alexandria se preocupou em refutá-la em seu livro, Contra Celsum — literalmente Contra Celso.

Um dos pontos detalhados por Celso foi a genealogia de Jesus. Ele dizia que Maria não tinha nada de virgem, mas sim que fora rejeitada por José, a quem estava prometida, depois de aparecer grávida de um soldado romano chamado Pantera. A hipótese foi debatida por inúmeros séculos. No Talmude, a coletânea de livros sagrados para os judeus, Jesus é chamado de “Yeshu ben Pantera”, ou, segundo alguns estudiosos, “Filho de Pantera”.

Apesar de já ter sido refutada por Orígenes há quase dois milênios, em 1859 uma estátua encontrada na Alemanha trazia a inscrição Tiberius Julius Abdes Pantera. Ela também continha seu local de nascimento, a Fenícia, e sua especialização, arqueiro. Segundo os arqueólogos, o seu nome Abdes significa servo de Deus, o que dá a entender que Pantera tinha ascendência judia ou pelo menos semita, com alguma relação aos judeus. Não foi difícil para alguns arqueólogos e teólogos juntarem 2+2 e concluírem que esse soldado poderia ser o pai de Jesus como pregava a teoria de Celso.

O problema é que Orígenes também era um grande filósofo, considerado o maior pensador que a Igreja, ainda dando seus primeiros passos, gerou naquela época. E ele refutou cada vírgula de Celso, e, para dar crédito a quem merece, o pensador se mostrava muito a frente de seu tempo no que diz respeito às interpretações da Bíblia, advogando pelo livre arbítrio e pelo pacifismo.

Em meados de 248, no último livro que escreveu, Contra Celsum, Orígenes buscou responder da maneira mais racional — e helenística — possível às acusações feitas pelo adversário pagão. Ele tentou, em seu trabalho, espertamente minar a credibilidade de Celso, e, sobre a paternidade de Jesus, dizia que era apenas uma história inventada pelo outro autor.

Outro ponto que incomodou o alexandrino foi quando Celso afirmou que “nenhum filósofo que seguisse a tradição Platônica de pensamento seria burro a ponto de se converter ao Cristianismo”. Orígenes, a exemplo de pensadores posteriores como Santo Agostinho, mesclava ideias de Platão aos dogmas da religião cristã, e dizia que o mesmo logos que habitava Jesus, às vezes inspirava Platão.

Hoje, o trabalho de Orígenes foi preservado e se encontra intacto, enquanto o de Celso se perdeu no tempo, ou seja, o cristão ganhou o debate por W.O. A hipótese de que o Leão de Judá seria filho de Pantera (além de Deus, é claro) é desconsiderada por ausência de evidências contundentes.

De qualquer forma, como escreveu o próprio Orígenes, a Bíblia não deve ser interpretada de maneira puramente literal. É improvável que Pantera seja mesmo o pai de Jesus. Nunca teremos certeza.

Postar um comentário

0 Comentários