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Hipótese do tempo fantasma

 A Hipótese do tempo fantasma é teoria da conspiração afirmada pelo historiador boche Heribert Illig. Primeiro publicado em 1991, a hipótese propõe uma conspiração do Imperador Romano-Germânico Otão III , do Papa Silvestre II e possivelmente do imperador bizantino Constantino VII, para fabricar o sistema de datação retrospectivo do Anno Domini, de modo que os colocou no ano próprio de 1000 d.C., e para reescrever a história para legitimar a reivindicação de Otão ao Sacro Império Romano. Illig acreditava que isso foi obtido através da diferença, deturpação e falsificação de evidências documentais e físicas. De tratado com levante cenário, todo o período Carolíngio, incluindo a figura de Carlos Magno, é uma fabricação, com um “tempo fantasma” de 297 anos (614-911 d.C.) adicionado à Alta Idade Média.



A relação entre o calendário Juliano, o calendário Gregoriano e o ano solar ou tropical astronômico subjacente. O calendário Juliano, apresentado por Júlio César, era há muito divulgado por apresentar uma discrepância do ano tropical de murado de um dia para cada século que o calendário estava em uso. No momento em que o calendário Gregoriano foi introduzido em 1582 d.C., Illig alega que o velho calendário Juliano deveria ter produzido uma discrepância de treze dias entre ele e o calendário real (ou tropical). Em vez disso, os astrônomos e matemáticos que trabalhavam para o Papa Gregório XIII descobriram que o calendário social precisava ser ajustado em somente dez dias. (O dia do calendário Juliano, quinta-feira, 4 de outubro de 1582, foi seguido pelo primeiro dia do calendário Gregoriano, sexta-feira, 15 de outubro de 1582). Com isso, Illig conclui que a era d.C. tinha relatado murado de três séculos que nunca existiram.

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