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Engenharia do Consentimento

 Você se considera um escravo? Talvez você seja um escravo e nem se dê conta disso, sabe porque? Os melhores escravos são aqueles que não sabem que são escravos. Segundo o maçom Freud, a cerca de 100 anos atrás, ele dizia que forças primitivas, sexuais e agressivas, estavam ocultas no fundo na mente de todos os seres humanos, e que se essas forças não fossem controladas, levariam os indivíduos e a sociedade ao caos e a destruição. As teorias do Freud tem sido usadas pelos senhores do mundo a muito tempo para controlar as pessoas , talvez você por exemplo, Freud tinha um sobrinho chamado Edward Louis Bernays e ele foi a primeira pessoa a usar as ideias de Freud para manipular as massas populares, ele mostrou as grandes corporações e ao governo, como eles iriam convencer as pessoas a comprar os seus produtos que elas não precisavam e para o público ver as ações do governo mesmo sendo absurdas com bons olhos.



Engenharia do Consentimento, vem sendo aplicado há décadas e a grande maioria das pessoas nem percebe, porque as técnicas empregadas são muito sutis. De certa forma, o que você pensa que pensa, não é o que você pensa, mas o que querem que você pense. O que você tem pensado há muito tempo é exatamente o que querem que você pense. A essa altura, você nem percebe mais que na verdade você não pensa, apenas tem pensamentos. Pensamentos que foram sutilmente introduzidos na sua mente e você pensa que são seus pensamentos, mas não são. E para que você não pense a respeito, você é bombardeado constantemente pela mídia, de todas as formas possíveis. Edward Louis Bernays, foi um pioneiro austro-americano no campo das relações públicas e da propaganda, referenciado como "pai das relações públicas". Combinou as ideias de Gustave Le Bon e Wilfred Trotter com as ideias psicológicas de Sigmund Freud, seu tio. Sua forma de trabalho se baseava no princípio de que as pessoas são irracionais, suas decisões e ações são manipuladas facilmente, Bernays aplicava isso na construção de propaganda. Bernays foi citado pela revista Times como um dos 100 americanos mais influentes do século XX Antigamente (parece até que foi há muito tempo), assistíamos filmes em VHS, os famosos videocassetes. Aquele tipo de tecnologia era muito limitado e isso impedia que um filme pudesse ter duas ou mais trilhas de áudio, então a grande maioria dos filmes em VHS vinha com o áudio original e legendado em português. Filmes infantis já vinham dublados. Era uma coisa ou outra. Com o advento da era DVD, tornou-se possível incluir várias trilhas de áudio num único filme. Ficou mais fácil também distribuir mídia ‘regionalizada’, ou seja com conteúdo especifico para uma certa região. Mas como a mídia corporativa é uma parte da estrutura do poder instalado e está perfeitamente integrada a essa estrutura,media-manipulation ficou muito mais fácil também, a manipulação da informação. Através de pequenas manobras, muito sutis, pode-se mudar totalmente o conteúdo e o conceito que este sendo transmitido. A mídia está perfeitamente integrada às instituições que formam a parte alta da pirâmide do poder. Corporações, bancos, governos, religiões fazem uso maciço da mídia em suas mais variadas formas (cinema, televisão, rádios, jornais, revistas, etc.) para implementar ideias, conceitos e opiniões. Sua ação é vertical e descendente, ou seja, seu objetivo é bombardear maciçamente o grande público implementando assim o que se chama de engenharia do consentimento. Como fazê-las encarar guerras, matança, torturas como algo normal? Engenharia do consentimento. Iniciou-se então, uma série de ‘séries televisivas’ estimulando a violência, colocando os conflitos como algo normal. Houve uma enxurrada de filmes de guerra e nesses filmes geralmente se dava muita ênfase a um herói, um ‘mocinho’ e sua contraparte, o ‘inimigo’. Puro jogo psicológico, apelo emocional. Foi também o período áureo dos filmes de Far West e Bang Bang. Séries de TV que estimulavam a boa convivência em família e em comunidade, que evidenciavam os mais nobres e profundos valores humanos, a exemplo da série “The Waltons”, foram tiradas do ar de um dia para outro, sem mais nem menos, mesmo sob protestos a nível mundial.

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