"Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus." - Efésios 6:17


O Projeto MK-ULTRA começou no início dos anos 1950 e perdurou até pelo menos a década de 1960, utilizando-se de cidadãos americanos e canadenses como alvos de teste. As evidências publicadas indicam que o Projeto MK-ULTRA envolveu a utilização de diversas metodologias para manipular os estados mentais individuais e alterar as funções cerebrais, incluindo a administração sub-reptícia de drogas e outras substâncias químicas, a privação sensorial, o isolamento e abuso verbal e físico. Na Guerra Psicológica o teatro de operações prioritário passa a não ser mais o terreno físico, mas o cérebro dos indivíduos, e o objetivo final, a sua mente. As táticas e estratégias militares convencionais são substituídas por táticas e estratégias de controle social, mediante a manipulação informativa e a ação psicológica orientada para direcionar a conduta social em massa. Os alvos já não são físicos (como na guerra tradicional), mas psicológicos e sociais. O objetivo principal já não é a destruição material, como bases militares, soldados e infraestrutura em geral, nem tão pouco o controle de áreas territoriais, mas a conquista da mente humana. Existe atualmente no mundo diversas armas usando "tecnologia psicótica ou de influência" e freqüências de radiação eletromagnética para controlar o que as pessoas pensam, para fins de guerra psicológica. Atualmente é possível induzir os campos magnéticos do cérebro e causar diversas sensações nos individuos como: pânico, medo, e experiências OVNIs. Com a tecnologia atual, é possível usar o controle da mente nas populações em massa. O governo agora têm tecnologia capaz de decodificar os padrões cerebrais e detectar o que as pessoas estão realmente pensando. E eles têm outra tecnologia chamada audição de microondas, na qual eles podem inserir palavras e crenças na sua cabeça. O objetivo era cruel do Projeto MK-ULTRA: o serviço secreto pretendia fabricar suicidas ou assassinos por meio da ingestão de drogas e técnicas de hipnose. As pesquisas teriam evoluído. Em 1964, o MK Ultra foi rebatizado de MK-Search e subdividido em 149 subprojetos para apagar memórias, implantar lembranças falsas e incentivar personalidades múltiplas. Usava ainda ondas de radiofreqüência de VHF, UHF e HF para guiar as mentes dominadas. Outras drogas teriam sido experimentadas, além do LSD. A CIA queria criar um agente fácil de ser manipulado e capaz de cumprir qualquer ordem. Essa fase foi batizada de Manchurian Candidate, que consistia na produção de assassinos que se transformariam em agentes da CIA sem saber. As cobaias eram submetidas ao estado vegetativo antes de suas memórias serem apagadas por meio de um coquetel diário de drogas, administrado pelos cientistas da CIA. O processo chamava-se “terapia do sono”. Durante duas a quatro semanas, de duas até três vezes por dia, os pacientes do MK Ultra recebiam doses cavalares de medicamentos, como nembutal e fenergan, além de eletrochoques de 110 volts. Alguns simpatizantes da teoria conspiratória juram que a experiência saiu dos laboratórios para o mundo real. Muitos dos soldados americanos que combateram no Vietnã teriam sido controlados mentalmente. Poucos fatos ficaram documentados, pois Richard Helms, então diretor da CIA, mandou destruir todos os registros do MK Ultra em 1972. Entretanto, parte da papelada sobreviveu, alimentando a literatura conspiratória. Em 1973, comissões do Congresso americano investigaram o tal programa de controle mental. Os diretores da CIA afirmaram que o projeto nunca progrediu e jamais alcançou o objetivo de controle remoto. O uso de cobaias humanas também foi negado. Mas uma série de crimes famosos, com assassinos supostamente alucinados, indicaria que o MK Ultra deu certo e começou a ser implantado nos anos 60 e 70. Aqui entra a conspiração que escolheu como alvos John e Robert Kennedy, Martin Luther King e John Lennon. Todos os assassinos dessas personalidades – respectivamente, Lee Harvey Oswald, Sirhan Bishara Sirhan, James Earl Ray e Mark David Chapman – teriam agido sob manipulação mental a distância.
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Luís Eduardo Alló

O criador deste site..

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